Joinvilleiro desafia Toretto para um Velozes e Furiosos Joinville

Nos tempos mais antigos, dar um tapa de luvas no rosto de um adversário era um gesto que representava desafiá-lo para a um duelo. Os tempos mudaram e o desafio mór da atualidade é chegar na casa do rival e botar a garrafa de cachaça na frente dele para ver se ele aguenta a bronca.

Foi exatamente isso que o nosso joinvilleiro José Duarte fez. Ele embarcou em um avião rumo aos “states” para desafiar Dominic Toretto em seu próprio lar.

Munido de uma belíssima garrafa de Maracujá Joinville, José Duarte inticou Toretto para um Velozes e Furiosos 10 – Desafio em Joinville. Toretto, como sujeito valente que é aceitou o desafio. Ele não sabia aonde estava se metendo.

Diferente de Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio, em Joinville não basta o piloto ser rápido e bom de drift. Aqui o piloto enfrenta ruas estreitas, mão inglesa, mudança de sentido das vias, cruzamentos engarrafados, o trem passando no meio da cidade e a já famosa buraqueira.

Não bastassem todos estes fatores, outro grande desafio é a constante chuva na cidade. A chuvinha traiçoeira que preenche e oculta os buracos das ruas, fazendo com que transitar em Joinville pareça uma disputa de Mario Kart, cheia de armadilhas.

Toretto obviamente perdeu o desafio! Não por falta de talento no volante, mas por falta de conhecimento do estado em que se encontram as vias da cidade.

Antes de voltar para sua terra natal Toretto fez uma última declaração:

“É IMPOSSÍVEL SER RÁPIDO NESSE LUGAR!”

E foi assim que aconteceu, em Velozes e Furiosos 10 – Desafio em Joinville

Obs: Esta é uma obra de ficção! Mas nem tanto assim.