Museu Arqueológico de Sambaqui – MASJ

O Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville – MASJ é uma unidade cultural do Município de Joinville (SC). Foi criado por meio da Lei Municipal nº 1.042/1969.

É referência na preservação do patrimônio arqueológico brasileiro e na produção de conhecimento sobre povos construtores de sambaquis, que viveram na região há mais de 5 mil anos. Esses povos são caracterizados como caçadores, coletores e pescadores e tinham como prática a construção de morros de conchas. Chamados de sambaquis, estes marcos territoriais eram espaços de convivências, rituais e sepultamento.

O museu foi inaugurado em 1972 e seu acervo possui cerca de 45 mil artefatos que evidenciam a cultura e o estilo de vida do povo sambaquiano. Entre as peças, há ossos de crânios, da bacia e mandíbulas de indivíduos sambaquianos, pontas de flechas esculpidas em quartzo, zoólitos (animais esculpidos em pedras), utensílios e ferramentas e fibras vegetais trançadas há cerca de 3 mil anos, por exemplo.

Funcionamento
Sede do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville – MASJ
Localização: Rua Dona Francisca, 600 – Centro – 89201-250, Joinville – SC
Horário ao público: terça a domingo, 10h às 16h | visitação
Canais para comunicação: (47) 3433-0114 | sambaqui.adm@gmail.com

Fonte: Prefeitura de Joinville

ENCICLOPÉDIA LIVRE

O Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) é um museu localizado na cidade de Joinville, no estado brasileiro de Santa Catarina.

HISTÓRICO

O acervo original foi reunido por Guilherme Tiburtius, que pesquisou e juntou mais de doze mil peças, em suas buscas arqueológicas realizadas principalmente nos casqueiros existentes na região de Joinville. Reunindo-os, vendeu-os para o município em 1963. Em 1969, foi inaugurado o museu, em edifício provisório e em 1972, foi construído a sua sede definitiva

SAMBAQUI

Os sambaquis são sítios arqueológicos em forma de montes, alguns com mais de 25 metros de altura, que contém, entre outros objetos conchas, esqueletos humanos; pedras e ossos de animais trabalhados, algumas vezes cerâmica deixados pelos povos que os construíram. Por serem encontrados muitos esqueletos, supõe-se tratar-se de depósito (cemitério) dos mortos. Eram pescadores, coletores e caçadores que habitavam as praias e mangues e comiam peixe, principalmente.

Fonte: Wikipedia

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